Um é especulação, outro é informação, e o outro é fato consumado. Oscar vai assinar com o Chelsea na sexta-feira, está em todos os sites. Alex Ferguson admite interesse do Manchester United em Lucas mas nega acordo. E Ganso, ele mesmo, é cotado na rota do Arsenal.
A oferta pelo são-paulino seria de € 33 milhões. A pelo colorado gira em torno de € 32 milhões. E a pelo santista (esse mais no campo do especulação do que qualquer outra coisa) poderia chegar a € 30 milhões.
Insisto: a única transação aparentemente concretizada é a de Oscar. Lucas e, mais ainda Ganso, não têm, em princípio, nada solidificado. Contudo, caso as três transferências se confirmem, a Premier League seria mais verde e amarela do que nunca (não sei se em quantidade de atletas, mas com certeza em talento).

Entre eles, talvez quem poderia ter mais dificuldades de se adaptar ao futebol inglês seria Paulo Henrique Ganso. Como disse Oscar em entrevista coletiva nesta semana, "Eu não digo que sou o camisa 10 clássico, mas um moderno. Hoje você tem que marcar, não pode parar de correr um minuto." Convenhamos, Ganso não se destaca pela sua participação sem a bola. No entanto ele pode, e deve, mudar.
Claro que é muito prematuro projetar as equipes, primeiro porque as trocas entre os clubes não foram feitas ou sequer cogitadas (Ganso, por exemplo), e segundo porque os elencos não estão fechados, a janela europeia só se fecha no final de agosto. Mas só para não perder o gancho, no habitual 4-2-3-1 de Arsène Wenger, o camisa 10 do Peixe entraria na dele, a faixa central, entre os ponteiros Walcott e Arshavin (ou Rosicky).
Já o 7 do São Paulo ocuparia, ou melhor, brigaria pela vaga do flanco direito do provável, ou possível, 4-4-1-1 do United 2012/2013. Com Rooney na referência e Kagawa mais atrás, Lucas teria tudo para ser o right-winger, com Nani ou Young (e Valencia?) na outra beirada, e Carrick e Scholes (Giggs, Anderson?) por dentro. Ferguson pode também jogar no 4-4-2 com Rooney e Welbeck/Chicharito no setor ofensvio, mas indepentende disso, a disputa do brasileiro seria pela extrema direita, com totais condições de sucesso.
Quanto a Oscar, o único que sabemos estar de fato indo para o Chelsea, Di Matteo deve escalá-lo, caso seja titular (tem bola para isso), assim como Ganso no Arsenal, pela faixa central do 4-2-3-1 azul. Se Mikel e Lampard forem mesmo os volantes, a exemplo da temporada passada, a alternativa mais previsível é Ramires na direita, Mata na esquerda e Torres na frente. Todavia há Hazard, 21 anos, grande reforço vindo do Lille. São, portanto, em tese, três vagas para quatro ou cinco candidatos.
Reconhecida pela maioria da crônica esportiva como o principal campeonato nacional do planeta, a Premier League podeira ficar ainda mais atrativa, ao menos para nós brasileiros, com as chegadas das principais joias do nosso futebol (depois de Neymar). Obviamente o Brasil (o país) iria perder com isso. Em contrapartida o Brasil (a seleção) iria ganhar, além dos próprios jogadores e suas naturais evoluções.
A oferta pelo são-paulino seria de € 33 milhões. A pelo colorado gira em torno de € 32 milhões. E a pelo santista (esse mais no campo do especulação do que qualquer outra coisa) poderia chegar a € 30 milhões.
Insisto: a única transação aparentemente concretizada é a de Oscar. Lucas e, mais ainda Ganso, não têm, em princípio, nada solidificado. Contudo, caso as três transferências se confirmem, a Premier League seria mais verde e amarela do que nunca (não sei se em quantidade de atletas, mas com certeza em talento).

Entre eles, talvez quem poderia ter mais dificuldades de se adaptar ao futebol inglês seria Paulo Henrique Ganso. Como disse Oscar em entrevista coletiva nesta semana, "Eu não digo que sou o camisa 10 clássico, mas um moderno. Hoje você tem que marcar, não pode parar de correr um minuto." Convenhamos, Ganso não se destaca pela sua participação sem a bola. No entanto ele pode, e deve, mudar.
Claro que é muito prematuro projetar as equipes, primeiro porque as trocas entre os clubes não foram feitas ou sequer cogitadas (Ganso, por exemplo), e segundo porque os elencos não estão fechados, a janela europeia só se fecha no final de agosto. Mas só para não perder o gancho, no habitual 4-2-3-1 de Arsène Wenger, o camisa 10 do Peixe entraria na dele, a faixa central, entre os ponteiros Walcott e Arshavin (ou Rosicky).
Já o 7 do São Paulo ocuparia, ou melhor, brigaria pela vaga do flanco direito do provável, ou possível, 4-4-1-1 do United 2012/2013. Com Rooney na referência e Kagawa mais atrás, Lucas teria tudo para ser o right-winger, com Nani ou Young (e Valencia?) na outra beirada, e Carrick e Scholes (Giggs, Anderson?) por dentro. Ferguson pode também jogar no 4-4-2 com Rooney e Welbeck/Chicharito no setor ofensvio, mas indepentende disso, a disputa do brasileiro seria pela extrema direita, com totais condições de sucesso.
Quanto a Oscar, o único que sabemos estar de fato indo para o Chelsea, Di Matteo deve escalá-lo, caso seja titular (tem bola para isso), assim como Ganso no Arsenal, pela faixa central do 4-2-3-1 azul. Se Mikel e Lampard forem mesmo os volantes, a exemplo da temporada passada, a alternativa mais previsível é Ramires na direita, Mata na esquerda e Torres na frente. Todavia há Hazard, 21 anos, grande reforço vindo do Lille. São, portanto, em tese, três vagas para quatro ou cinco candidatos.
Reconhecida pela maioria da crônica esportiva como o principal campeonato nacional do planeta, a Premier League podeira ficar ainda mais atrativa, ao menos para nós brasileiros, com as chegadas das principais joias do nosso futebol (depois de Neymar). Obviamente o Brasil (o país) iria perder com isso. Em contrapartida o Brasil (a seleção) iria ganhar, além dos próprios jogadores e suas naturais evoluções.
Fonte Blog do Carlão: http://carlospizzatto.blogspot.com.br/2012/07/talento-para-ingles-ver.html




