sexta-feira, 7 de junho de 2013

Espanta e a Infectologia!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

FINAL da UEFA Champions League 2013

O ESPETÁCULO VAI COMEÇAR!


Sábado, 25 de maio de 2013 às 15:45h (horário de Brasília) será realizado o maior evento esportivo do ano.
A FINAL da UEFA Champions League 2013 

Palco para o evento: Estádio de Wembley.

Protagonistas 2 times alemães.


Prepare sua melhor roupa, pois esse jogo de futebol  vai ser um espetáculo que merece seu melhor  traje. Para os homens no mínimo um terno já as mulheres um vestido longo.
Vou confessar uma coisa, quando aquele hino belíssimo começa a tocar eu fico arrepiado e com muita inveja, vendo que nosso futebol se encontra a anos-luz de distância.
Não falo apenas na organização que chega a ser melhor que de uma Copa do Mundo, mas também em estrutura física, sem falar na tática e técnica da maioria dos times.
Já me encontro ansioso e para quem não conhecem o hino da CHAMPIONS vou deixar uma palhinha com som e a letra traduzida. Reparem na tradução e sintam o espírito dessa competição. É esse o motivo que me deixa arrepiado. De quebra todos os campeões nesse novo formato desde de 1993.



sexta-feira, 19 de abril de 2013

Torcedores precisam trabalhar em Oruro para pensar em liberdade

Os 12 torcedores organizados presos em Oruro ainda não atenderam os requisitos necessários para que um pedido de liberdade provisória seja atendido pelas autoridades bolivianas.
Essa é a opinião da advogada brasileira Darly Franco, que trabalha há mais de 10 anos na Bolívia.
A doutora Darly disse que “para ter alguma chance de ser atendido, o grupo precisa cumprir algumas exigências da lei boliviana”.
“Mesmo sendo turistas, mas como estão respondendo por um caso grave, precisam arranjar um emprego em Oruro. Por exemplo: garçons.  Além disso, o restaurante que contratá-los deverá assumir isso, via documentos”.
“Terão de ter uma residência fixa em Oruro. Deverão provar isso. E o dono do imóvel deverá, com documentos, comprovar que todas as exigências para a locação, foram atendidas ".
“Se tudo isso for cumprido é possível que a justiça da Bolívia decida libertá-los , mas com alguma garantia de tê-los por perto.”
“É muito importante que os advogados fiquem muito atentos. Se forem condenados, a pena pelo crime em questão na Bolívia é alta”.
“E sobre o jovem que diz ter sido o autor, as autoridades dizem que ele não está aqui. E continuam desconsiderando esse fato". 

Por: Wanderley Nougueira

terça-feira, 19 de março de 2013

Crime na Bolívia: Oruro espera o criminoso

Por: WANDERLEY NOGUEIRA

Advogados, torcidas organizadas, deputados , entre outros, tentam a libertação dos 12 torcedores que estão em Oruro.
Acusados e defensores dizem que os “Doze de Oruro” são inocentes.
Até agora , a justiça boliviana está inflexível.
O principal argumento é que o autor do disparo já se apresentou à justiça brasileira e as imagens “provam que é ele mesmo” .
Na última vez que eu falei por telefone com a Dra. Abigail Sabá, ela disse que está tudo muito bom, tudo muito bem, mas espera o moço em sua salinha na bonita Oruro.
Todo mundo sabe que o jovem não pode ser extraditado. Mas, as pacientes autoridades bolivianas esperam que o menor H.A.M. de 17 anos, autor confesso do crime , apareça por lá.
Ele pode viajar sozinho , com autorização dos pais, exatamente como fez para acompanhar o Corinthians.
Outra coisa: a polícia acha que, se os “Doze” forem soltos, eles não ficarão por lá.
A informação de que a Gaviões alugou uma casa em Oruro para abrigá-los não convenceu a Dra. Abigail de que eles ficarão no domicílio.
Como todo mundo sabe, sair e entrar na Bolívia não apresenta nenhuma dificuldade.
Nesse momento, aqueles que investigam o caso dizem que “no mínimo os que estão aqui são cúmplices ou facilitaram a fuga do autor”.
A imprensa boliviana lembra que “como o jovem que entregou-se no Brasil está livre, nada impede a sua viagem para Oruro. Aí ficará tudo mais fácil para o esclarecimento do crime”.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Chavez vai tarde, Chorão vai cedo!

Acordei hoje com uma notícia triste. Morreu o “Chorão” vocalista do Charlie Brown Jr. Cantor, artista, letrista de lindas músicas, lutava pela PAZ. Morreu cedo, aos 42 anos.
Deixou um legado bonito.
Ontem morreu Hugo Chavez. Antes do anúncio que demorou quase um dia, o regime militar Venezuelano teve a cara de pau de expulsar dois norte-americanos acusando Obama de tramar contra a vida de Chavez. Ora, nunca vi atentado contra morto.
Twittei sua morte antes do anúncio oficial.
Claro, o amigo da Cristina Kirshner, o proletário pobre que está comprando a Petrobras da Argentina, já havia dado a notícia da morte nos seus canais chapa branca.
Ao contrário do Chorão, Chavez viveu alimentando o ódio.
Não desejo a morte de ninguém, óbvio, mas confesso que quando militares autoritários, cruéis e populistas como Hitler, Mussolini, Stalin, Chavez e muitos outros, saem de cena, não necessariamente morrendo, sinto uma sensação de alegria
Não cabe mais neste mundo pessoas semeando ódio e as jurássicas lutas entre classes, religiões, raças… Chavez foi um retrocesso, a Venezuela regrediu anos em todos setores.
Valeu Chorão, descanse em PAZ.

 Por: Fernado Sampaio


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A Conmenbol exagerou ou uma agradável surpresa?

Nessa postagem quero trazer a tona duas opiniões de pessoas respeitadas no futebol mas que se opõem quando o assunto é A PUNIÇÃO DO CORINTHIANS.

Para nosso Amigo Wanderley Nogueira a Conmebol exagerou.

Por: Wanderley Nogueira

Vamos falar aqui sobre punição na esfera esportiva.
Sobre aquilo que deve acontecer com o autor do disparo que matou o jovem boliviano, acho que todo mundo concorda. Rigor total.
O Corinthians está impedido de jogar diante do seu público, aqui em São Paulo, durante a Libertadores.
E, também, não receberá carga de ingressos em jogos marcados para o exterior. Sou totalmente favorável à decisão que impossibilita a venda de ingressos para jogos fora do Brasil.
Essa parte da pena, nesta edição da competição, é correta. E deve ser mantida.
Agora, determinar que os jogos do Corinthians sejam sem torcida, é exagero.
O clube deve obrigatoriamente  ser vinculado ao comportamento dos seus seguidores, mas é preciso receber punição de acordo com a intensidade da sua participação no episódio.
Na morte do garoto, o Corinthians não pode ser chamado de assassino, como tem sido por alguns irresponsáveis nas redes sociais.
Nas últimas horas ouvimos e lemos  todos os tipos de opiniões.
Quem acha que a punição ao Corinthians foi excessiva, é ofendido e acusado de estar a serviço do atual campeão da Libertadores.
Aqueles que concordam com a pena ou pregam a eliminação imediata do time, são apontados como inimigos e torcedores de equipes adversárias.
Respeitar uma opinião divergente, nem pensar.
Mas, felizmente, ainda é possível dizer aquilo que pensamos.
A Conmebol exagerou na dose e entendo que vai reverter parcialmente a sua decisão.
Determinar que o Corinthians jogue sem publico em São Paulo, é desproporcional.
O que deveria fazer a Conmebol?
Multa elevadíssima já seria suficiente para arder no bolso do clube e esfriar a relação com a parcela bandida dos seus seguidores.
Ah! E processar por perdas e danos a torcida organizada envolvida , para reverter os prejuízos gerados pela punição recebida.


Já para nosso amigo Flávio Prado uma agradável surpresa!

Por: Flávio Prado
Nem acreditei quando li a informação. A Conmebol saiu da sua perene letargia e puniu o Corinthians pela morte do garoto em Oruro. Não por ser o Corinthians, mas por uma postura inédita de uma entidade movida só a interesses financeiros. Parece que novos ares estão chegando. Se puniu o poderoso campeão da Libertadores, por ação de sua torcida, poderá e deverá fazer o mesmo com outros, que igualmente pisem na bola.
Fiquei mais feliz ainda, ao perceber que até os mais fanáticos corintianos entenderam como  justo o afastamento da torcida dos estádios por, pelo menos, 60 dias. Aliás, a postura do Tite e dos jogadores, também, foi sempre elegante durante o incidente.
O vínculo de todos os clubes com esses bandos é evidente. Eles trazem prejuízos financeiros e na imagem, porém, ou por medo, ou comprometimento, ninguém limpa o futebol dessa gente. A atitude forte, que espero vire norma, deixa claro aquilo, que hipocritamente se negava, que os times bancam esses grupelhos, e que passou da hora dos estádios serem saneados deles.
Estou surpreso e ao mesmo tempo contente. O Corinthians, que tem feito um trabalho admirável, pode perder num primeiro momento. Mas, o futebol ganhará bastante se essa mudança de postura perdurar. E a morte do menininho boliviano não será jogada debaixo do tapete, como tantas nos últimos anos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A heroína de Vila Kennedy

Ela era uma simples manicure, viúva, mãe de três filhos, moradora numa comunidade carente, ou favela no popular, na Vila Kennedy, no Rio de Janeiro. Lá sobram pessoas de bem, mas falta tudo. Como sempre acontece nesses lugares, o poder público passa ao largo. O crime organizado, não.
A manicure era viúva porque o marido morreu roubando, ou passando droga, ou algo do tipo. Não dá para julgar aquele homem. Eram três filhos e mulher para sustentar e as oportunidades bem pequenas, a não ser aquelas que o poder paralelo dava. Ao mesmo tempo que ele era  um criminoso, era também uma vítima. E a família ficou na mão da mãe. Não eram poucos os problemas. Além de dar comida, educação e orientação aos filhos ela precisava lutar contra os maiores inimigos, as tentações que vinham de fora.
Na medida que as crianças cresciam mais ouviam propostas de “trabalho”. Entregar drogas, participar de assaltos, enfim,  conseguir dinheiro, como eles diziam, de forma “fácil”. Mas ela estava atenta e lembrava o quanto sofreu com a morte do pai e que não suportaria perder qualquer filho da mesma forma. Apesar da simplicidade soube mostrar valores para as três crianças. Até que um deles descobriu que sabia jogar futebol. Primeiro os joguinhos de rua, onde era sempre um dos primeiros a ser escolhido, até o convite para um teste no Botafogo. Topou e foi aprovado, mas não aproveitado. Aí a sugestão para largar tudo no Rio e tentar a vida em São Paulo, no Palmeiras.
Mesmo não sendo um clube de dar muitas oportunidades ao pessoal da base, o Palmeiras o recebeu com carinho e Gilson Kleina resolveu apostar nele. Bingo. O garoto não tremeu. E porque ficaria assustado depois de tudo que passou na vida ? Na estréia da Libertadores ele fez o gol da vitória contra o Sporting Cristal e encarou o campeão do mundo, Corinthians, com total naturalidade. Patrick Vieira só está começado. Tem virtudes, porém é difícil saber até onde poderá chegar. Mas  é um grande, um vencedor. Só a sobrevivência, ao contrário da maioria dos amigos de infância, mortos ou presos, já mostra que o rapaz tem valor. Isso não se discute.
Só que a grande vitória não é dele. É da manicure da Vila Kennedy, a heroína, que além de dar um jogador de bom nível para o nosso futebol, preservou três jovens, que tinham tudo para serem criminosos. Não foi o governo, não foi o estado, não foi ninguém. Foi a mãe batalhadora, cujo nome, lamentavelmente não sei, que fez sozinha o que tanta gente, que tinha obrigação de  fazer, simplesmente virou as costas. Minha homenagem a figuras assim, anônimas, que ainda dão alguma esperança ao nosso país.

por: Flávio Prado

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Acabou a janela, e o telefone não tocou…

Quase todos os dirigentes têm discursos diferentes sobre o mesmo tema. Em particular, eles revelam seus desejos verdadeiros.
Quando falam à platéia , costumam dizer palavras que agradam aos torcedores. É assim quando se trata, por exemplo, da transferência de jogadores. Acabou a “janela” para a Europa e muitos telefones não tocaram…
A cartolagem ficou esperando pelo menos uma consulta sobre seus jogadores “vendáveis”, mas não veio.
Os motivos do silêncio são os mais variados. Vão do preço exagerado que costumam pedir ao fraco interesse provocado pelo “produto”.
E, no mundo, existem outros mercados emergentes e mais fáceis de negociar. O africano é um deles.
Já sabemos qual o discurso do momento: “o novo tempo econômico nacional tem força para manter os bons jogadores por aqui e nos permite repatriar nossos grandes nomes” .
No fundo, no fundo… eles estão decepcionados com a “mudez telefônica”.

Por:  WANDERLEY NOGUEIRA