Os 12 torcedores organizados presos em Oruro ainda não atenderam os
requisitos necessários para que um pedido de liberdade provisória seja
atendido pelas autoridades bolivianas.
Essa é a opinião da advogada brasileira Darly Franco, que trabalha há mais de 10 anos na Bolívia.
A doutora Darly disse que “para ter alguma chance de ser atendido, o grupo precisa cumprir algumas exigências da lei boliviana”.
“Mesmo sendo turistas, mas como estão respondendo por um caso grave,
precisam arranjar um emprego em Oruro. Por exemplo: garçons. Além
disso, o restaurante que contratá-los deverá assumir isso, via
documentos”.
“Terão de ter uma residência fixa em Oruro. Deverão provar isso. E o
dono do imóvel deverá, com documentos, comprovar que todas as exigências
para a locação, foram atendidas ".
“Se tudo isso for cumprido é possível que a justiça da Bolívia decida
libertá-los , mas com alguma garantia de tê-los por perto.”
“É muito importante que os advogados fiquem muito atentos. Se forem condenados, a pena pelo crime em questão na Bolívia é alta”.
“E sobre o jovem que diz ter sido o autor, as autoridades dizem que ele não está aqui. E continuam desconsiderando esse fato".
Por: Wanderley Nougueira

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