sexta-feira, 19 de abril de 2013

Torcedores precisam trabalhar em Oruro para pensar em liberdade

Os 12 torcedores organizados presos em Oruro ainda não atenderam os requisitos necessários para que um pedido de liberdade provisória seja atendido pelas autoridades bolivianas.
Essa é a opinião da advogada brasileira Darly Franco, que trabalha há mais de 10 anos na Bolívia.
A doutora Darly disse que “para ter alguma chance de ser atendido, o grupo precisa cumprir algumas exigências da lei boliviana”.
“Mesmo sendo turistas, mas como estão respondendo por um caso grave, precisam arranjar um emprego em Oruro. Por exemplo: garçons.  Além disso, o restaurante que contratá-los deverá assumir isso, via documentos”.
“Terão de ter uma residência fixa em Oruro. Deverão provar isso. E o dono do imóvel deverá, com documentos, comprovar que todas as exigências para a locação, foram atendidas ".
“Se tudo isso for cumprido é possível que a justiça da Bolívia decida libertá-los , mas com alguma garantia de tê-los por perto.”
“É muito importante que os advogados fiquem muito atentos. Se forem condenados, a pena pelo crime em questão na Bolívia é alta”.
“E sobre o jovem que diz ter sido o autor, as autoridades dizem que ele não está aqui. E continuam desconsiderando esse fato". 

Por: Wanderley Nougueira

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