quarta-feira, 13 de maio de 2015

Goleada verde, mas...

Djalma Vassão/Gazeta Press

A ideia talvez fosse poupar Robinho, um dos principais jogadores do Palmeiras nesta temporada. Poupou-nos, isso sim, durante todo o primeiro tempo, de vermos um Palmeiras ativo e incisivo, embora tivesse a bola a seus pés com frequência. Mas, como não conseguia evoluir, sobretudo pela imobilidade de Amaral, o Sampaio Correia, time bem armado defensivamente, foi lá: bola com Pimentinha, o ardido canhotinho da direita, que fez dois defensores palestrinos rebolarem antes de cruzar na medida para a cabeça de Diones: 1 a 0.
No intervalo, Oswaldo de Oliveira desfez o malfeito, trocou Amaral por Robinho, e o Palmeiras despejou um caminhão de melancia sobre os maranhenses. Aos 11 minutos, já havia virado o placar, com gols de Vítor Hugo e Cristaldo, em jogadas iniciadas por Robinho. Coube a Zé Roberto, em passe de Dudu que se aproveitara de falha na saída de bola do adversário, ampliar. O mesmo Zé Roberto que perderia cobrança de pênalti em Dudu, resgatada no ato por Kelvin, no rebote do goleiro, e que fecharia o placar, de cabeça num exato cruzamento de Egídio, já nos acréscimos: 5 a 1.
Mas, cuidado com o andor, pois no meio dessa chuva de gols, o Sampaio Correia meteu duas bolas nas traves de Fernando Prass, que, por sua vez, havia feito defesa milagrosa, em cabeceio de Robert.
Assim, o Palmeiras segue na Copa do Brasil, mas precisa ficar de olho naquela zaga, que anda fazendo água. No Brasileirão, o buraco é mais embaixo, meu.

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